E não sou uma mulher?

E não sou uma mulher?

Fonte: Scribd Muito bem crianças, onde há muita algazarra alguma coisa está fora da ordem. Eu acho que com essa mistura de negros (negroes) do Sul e mulheres do Norte, todo mundo falando sobre direitos, o homem branco vai entrar na linha rapidinho. Aqueles homens ali dizem que as mulheres precisam de ajuda para subir em carruagens, e devem ser carregadas para atravessar valas, e que merecem o melhor lugar onde quer que estejam. Ninguém jamais me ajudou a subir…

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Tire seu racismo da folia!

Tire seu racismo da folia!

texto por Luana Protazio   Carnaval chegando, blocos de rua anunciados, todo mundo eufórico querendo aproveitar o feriado, inclusive a mulher que vos escreve. Porém, de antemão o que me preocupa é que mulheres negras são muito lembradas na folia de rua, mas não de forma positiva. Vocês sabem, na outra ponta da invisibilidade está a objetificação, nesse caso, aliada a desumanização. Nas ruas peruca “black power”, enchimento na bunda, tintura preta na pele, e batom exagerado para aparência maior,…

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Não deixe de AMAR! Projeto Psicopretas precisa da nossa colaboração

Não deixe de AMAR! Projeto Psicopretas precisa da nossa colaboração

A AMAR – Associação de Mulheres de Ação e Reação – é uma iniciativa coletiva de mulheres pretas que busca cuidar do povo preto. Elas desempenham esse exercicio através de seus dois projetos: o projeto Batuque Matriarcal, que consiste em oficinas semanais gratuitas de instrumentos de percussão (xequerê, agogô, atabaque, pandeiro…), e o projeto Psicopretas, que neste momento precisa da nossa colaboração. O Psicopretas acolhe mulheres negras, desgastadas energica, psicologica e fisicamente; violentadas e desassistidas pelo sistema, oferecendo tratamento psicológico através de terapias holísticas, pelo preço…

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Nossa beleza: Uma saga cheia de espinhos

Nossa beleza: Uma saga cheia de espinhos

  Colaboração por Ketty Valencio Escreva, preta!   Durante muito tempo e confesso que ainda hoje eu procuro por ela. Olho-me no espelho e às vezes prefiro não ver o que vejo. Bem piegas isso, né? Mas é o resultado de tantos bombardeios que sofremos diariamente de milhares de matérias jornalísticas, propagandas, novelas e outros meios de comunicação que tem determinado o nosso comportamento, estilos, centímetros e etnia para conseguir ilusoriamente a vida dos sonhos e de ser “alguém” para esta…

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“Flores de Baobá” acompanha a trajetória de educadoras negras no Brasil e Estados Unidos.

“Flores de Baobá” acompanha a trajetória de educadoras negras no Brasil e Estados Unidos.

Documentário aborda o impacto da desigualdade ao acesso a educação como um problema global nas comunidades negras.   Por que comunidades periféricas onde reside a maior parte da população negra apresentam uma enorme desigualdade ao acesso à educação de qualidade? Podemos construir uma escola que valorize nossa ancestralidade africana? Qual é a importância das mulheres negras como educadoras em nossas comunidades? Estas são algumas das questões exploradas em Flores de Baobá. O documentário Flores de Baobá acompanha a trajetória de…

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Para além da solidão, marcas do preterimento

Para além da solidão, marcas do preterimento

texto por Luana Protazio   Como já disse em Sobre elogios e autoestima. Por que elogiar uma irmã negra?, o racismo opera em múltiplos campos de nossa vida, muitos desses tão subjetivos que demoramos a entender que a culpa da situação não é nossa. Neste texto quero refletir sobre o racismo no campo afetivo outra vez, mais precisamente sobre as marcas do preterimento e da solidão que ficam em nossas vidas. Quando falamos da solidão da mulher negra, estamos falando…

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É tempo de falarmos de nós mesmas!

É tempo de falarmos de nós mesmas!

Colaboração por Taina Aparecida Silva Santos Escreva, preta! Se temos a intenção de falar sobre o lugar da mulher negra brasileira, é importante demarcarmos dois lugares enquanto pano de fundo ou fatores fundamentais para o entendimento desse tipo de narrativa. O primeiro é o lugar da história das mulheres negras que é atrelada à história da América Latina e do Caribe por motivos óbvios: a imigração forçada de negras e negros para serem escravizados nas Américas. O segundo é que,…

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Construir cenários positivos – um convite e uma possibilidade.

Construir cenários positivos – um convite e uma possibilidade.

texto por Luana Protazio   “Quando nos amamos, desejamos viver plenamente. Mas quando as pessoas falam sobre a vida das mulheres negras, raramente se preocupam em garantir mudanças na sociedade que nos permitam viver plenamente. Geralmente enfatizam nossa capacidade de “sobreviver” apesar das circunstâncias difíceis, ou como poderemos sobreviver no futuro. Quando nos amamos, sabemos que é preciso ir além da sobrevivência. É preciso criar condições para viver plenamente. E para viver plenamente as mulheres negras não podem mais negar…

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Nós, contando o outro lado da história.

Nós, contando o outro lado da história.

texto por Luana Protazio   “Todo comunicador periférico é um transformador por si só” assim começou meu bate-papo com essa preta incrível, durante a Semana do Hip Hop de Bauru. Nerie Bento é formada em jornalismo, integrante da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop – um coletivo de Mulheres no Hip Hop do Brasil que busca disseminar a cultura e discutir questões de gênero e sexualidade, e proprietária da Black Indie – Assessoria de Imprensa, trabalhando com algo inovador:…

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Mulheres negras em Campinas, resistência que vem de longe.

Mulheres negras em Campinas, resistência que vem de longe.

texto por Luana Protazio   Campinas, interior de São Paulo, foi uma das últimas cidades da América a abolir a escravidão, e após, seguiu-se um longo período de racismo explícito manifestado desde placas no cinema que não permitiam a entrada de “pessoas de cor” até a interdição do direito de ir e vir de negros e negras. Foram muitos os estabelecimentos comerciais que não atendiam negros, nem os contratavam para trabalhar – “vagas de trabalhos para brancos” –  pessoas expulsas,…

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